sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Camisa polo
Clássica e atemporal, a camisa polo faz parte do guarda-roupa básico de qualquer homem, sendo perfeitas para montar looks básicos ou arrumadinhos. Criada no final da década de 20, a camisa polo tem esse nome porque muitos homens que praticavam polo usavam a tal camisa como uniforme.
Criada por René Lacoste, ou Le Crocodile (como era chamado em campo por suas jogadas agressivas e rápidas, originando a partir daí, o símbolo da marca) em 1929, o tenista revolucionou o traje dos jogadores de tênis que antes utilizavam camisas de algodão e gravatas (!!!), tanto para jogos quanto para treinos.
Em meados de 1930, a camisa foi adotada por jogadores de polo e por isso ganhou esse nome. Depois dos tenistas e jogadores de polo, os jogadores de golf também adotaram a camisa como uniforme, um sinônimo de elegância.
Na década de 60, a polo invadiu o guarda-roupas feminino tendo em suas maiores adeptas Jackie O. – que usava polo com saia, e Audrey Hepburn, que combinava polo + calça capri.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Cocktail Dress
Com a época de festas logo aí, uma boa opção para não errar no look em qualquer situação é o cocktail dress. Tão básico, mas tão essencial. Esse tipo de vestido é uma das peças vitais para qualquer guarda-roupa que se prese.
Criado por Hubert de Givenchy e eternizado por Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany’s, o cocktail dress ganha essa denominação por seu modelo, que é reto, podendo ou não possuir mangas, comprimento no joelho e principalmente o tecido usado. Dá-se preferência a tecidos finos para tais vestidos, como seda ou crepe, pois o modelo é usado em festas e ocasiões formais como black ties.
Por ser um clássico, diversas marcas já reinventaram o chamado cocktail dress, como Donna Karan, Prada, Miu Miu, Lanvin. Hoje, o cocktail dress é mais considerado pelo tecido do que pelo formato.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Wayfarer
Sabemos que os óculos gatinho ainda serão sensação no proximo verão, mas se tem um modelo de óculos que nunca sai de moda, esse é o wayfarer. Popularizado no século XX por grandes estrelas de Hollywood, ele é o modelo de óculos mais vendido e copiado (!) da história.
Inspirado no óculos aviador, a Rayban resolveu produzir um óculos de sol feito completamente em acetato e com o formato um pouco menor, por isso em 1952 foi lançado o modelo Wayfarer. Inicialmente, não era esperado um grande sucesso por parte do lançamento, já que o modelo aviador já era o favorito da época.
Contudo, no final da década de 50 e no início da de 60, o wayfarer virou símbolo de ousadia e juventude, por ser usado por rockstars como Bob Dylan e estrelas do cinema, como Marilyn Monroe e Audrey Hepburn, que imortalizou o modelo em 1961, quando estrelou Brakfast at Tiffany’s e apareceu na primeira cena do filme – uma das mais famosas da história do cinema, usando um modelo de hastes pretas, combinado com um LBD, luvas e um colar de perolas. O wayfarer voltou a ser mania em 2009, quando ícones como Lady Gaga e Robert Pattinson apareceram usando o tal modelo.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Sapatilhas
Não sei vocês, mas eu não vivo sem sapatilhas. Me acostumei desde pequenininha com as próprias sapatilhas de ballet e, como nunca gostei de usar tênis, adotei as flats como favoritas e hoje tenho mais de quinze pares. Teoricamente, tais sapatos foram introduzidos pela princesa Catarina de Médicis na corte francesa, influenciada pelas próprias sapatilhas de ballet, porém, desde a época do antigo Egito que se tem registros de sapatos baixos e fechados usados por faraós.
Até o século XVI, os sapatos não possuiam salto, até que a rainha consorte da França na época, a propria Catarina, pediu para o sapateiro real que colocasse dois centímetros de salto em seus sapatos de casamento, o que causou furor na corte e todas as mulheres fizeram o mesmo, criando assim, a nossa santa sapatilha de cada dia.
A partir daí, as sapatilhas foram um pouco esquecidas, até que na década de 1950 a marca – até então exclusiva de adereços de ballet - Repetto produziu modelos de sapatilha com um pequeno salto, como os usados no século XVI. Na mesma década, a diva Brigitte Bardot – que foi bailarina clássica por 12 anos, pediu para Rose Repetto (dona da marca de ballet) que fizesse uma sapatilha que se pudesse usar o tempo todo.
Então a marca criou a Cedrillon, uma sapatilha desenvolvida exclusivamente para B.B. que as usou em diversas cenas de “E Deus criou a mulher”, filme que transformou Brigitte em musa. As Cedrillon eram vermelhas e de verniz.
Outra diva, Audrey Hepburn, era uma das mais adeptas da sapatilha na década de 60, sempre usando-as em seus filmes e assim, ajudando as flats a se popularizarem ainda mais. Audrey aparece usando-as em diversos filmes, desde Bonequinha de Luxo até Sabrina. Hoje, as flats são essenciais a qualquer mulher, sendo sinonimo de conforto e também de elegância.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Trench Coat
Um dos clássicos da moda, junto com o LBD, a camisa branca e o tailleur, o Trench coat, peça criada para os militares ingleses na Segunda Guerra Mundial – daí o nome trench coat ou “casaco de trincheiras” é um dos hits da estação e, entra inverno, sai inverno, está sempre na moda.
Há controvérsias sobre a origem da peça, que é disputada por duas famosas labels da terra da rainha, Burberry e Aquascutum. Segundo a marca Burberry, o trench coat foi uma peça adaptada em 1914 para atender às necessidades dos militares britânicos, acomodando os equipamentos dos mesmos e fabricado a partir de um tecido impermeável patenteado por Thomas Burberry em 1888. Já Aquascutum diz que a mesma patenteou uma lã impermeável em 1851 e que foi usada, posteriormente, para fabricar os casacos militares britânicos.
O casaco é totalmente projetado para um soldado em guerra de trincheiras, sendo a aba do peito um reforço para apoiar a arma, as abas dos ombros para carregar mapas ou quepes e o punho ajustado com fivelas para se proteger do frio.
Apesar de ter sido criado no começo do século, o casaco só se popularizou –primeiramente entre os homens, na década de 40, a partir do personagem Rick Blaine, interpretado por Humphey Bogart, no filme Casablanca. Já as mulheres, só começaram a usar a peça nos anos 60, quando personalidades como Marilyn Monroe e Jack O. os utilizavam em suas aparições públicas. Audrey Hepburn imortalizou a peça quando a usou em diversas cenas do filme Breakfast at Tiffany’s.
segunda-feira, 12 de março de 2012
My Fair Lady

Considerado um dos melhores musicais da história da Brodway, o filme My Fair Lady, de 1964, não decepcionou no cinema. Vencedor de oito Oscar, incluindo o de Melhor Filme e Melhor Figurino, My Fair Lady é considerado o musical mais bem-sucedido de todos os tempos, por seu charme único e sua irreverência.
Feito em uma época em que o público estava saturado de musicais, My Fair Lady foi, literalmente, o filme do ano não só por seus oito prêmios da academia, mas por ser uma adaptação do musical que já se consagrara na Brodway. Inicialmente o papel de Eliza Doolittle era de Julie Andrews, que interpretou Eliza nos palcos porém, o papel foi dado para Audrey Hepburn, pois Andrews ainda era uma novata no cinema, enquanto Hepburn já era uma atriz consagrada.

A famosa história conta como um famoso professor de fonética consegue transformar uma humilde florista em uma dama da sociedade em apenas seis meses, ensinando-a a falar, se portar, se vestir e comer com educação. Apensar de Hepburn ter experiência em musicas, sua voz foi substituída pela dublagem de Marnie Nixon, uma cantora profissional.

O figurino foi assinado por Cecil Beaton que, seis anos antes, havia ganhado o mesmo prêmio por Gigi. Em uma das cenas, na primeira apresentação de Eliza, a sociedade que ocorre numa corrida de cavalos, o figurino de todos os personagens varia em tons de cinza e preto, menos o de Eliza, representando a frieza daquelas pessoas pela “classe inferior” representada por ela.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
LBD
Por eras associadas ao luto, o LBD (little Black dress) tem duas fases de “existência”, pré e pós Coco Chanel. Desde a era feudal européia, o vestido preto era usado somente em épocas de luto, podendo ser para toda a vida das viúvas da época feudal. Na era vitoriana, o luto tinha varias etapas e sua vestimenta variava com o passar dos meses, podendo durar de dois anos até o fim da vida da viúva. Com o inicio do século XX e da Belle Epoque, o luto era mais “flexível” e determinado pela viúva, que poderia adicionar jóias e enfeites a suas vestimentas. Contudo, com o inicio da Primeira Guerra Mundial e a grande epidemia de Gripe Espanhola pela Europa, o uso do preto se tornou bem mais comum do que em qualquer época.
Em meados de 1920, Coco Chanel , que já, timidamente, abolira o espartilho e adicionara a calça feminina na moda, criou o primeiro LBD da história da moda, com o objetivo de ser pratico, acessível, versátil e duradouro. O mesmo foi publicado em 1926 na Vogue US e tinha comprimento mediano, mangas compridas e decorado apenas com algumas linhas verticais. Apelidado de “Chanel Ford”, pois, como o Ford T (primeiro carro realmente acessível a população) era simples e acessível a todas as mulheres. Na mesma edição, a Vogue disse que o LBD se tornaria um “uniforme para todas as mulheres de bom gosto”.
[caption id="attachment_2394" align="aligncenter" width="529" caption="Audrey Hepburn e o LBD de Givenchy em "Breakfast at Tiffany's" e o Chanel Ford, desenhado por Chanel em 1924"]
Depois de um tempo, durante a Grande Depressão, o LDB se popularizou tanto na Europa quando nos EUA, sendo usado por grandes atrizes de Hollywood da época. Já na II Guerra Mundial o vestido preto se tornou “uniforme” para as mulheres por causa do racionamento de tecidos. Após o período tenebroso da II Guerra, Dior e o New Look, criam a imagem do preto como símbolo da mulher perigosa, as Femmes Fatale, tornando o vestido preto muito popular a partir daí.
Em 1961, Audrey Hepburn imortalizou de vez o LBD ao vestir um da Givenchy na cena inicial de Breakfast at Tiffany’s, afirmando o reinado do vestido preto. A partir daí, o LBD foi introduzido tanto em eventos como red carpets quanto em ocasiões casuas e extremamente triviais. Na década de 80 o vestido preto era associado a moda punk, diferentemente dos anos 90, onde virou peça básica e símbolo do minimalismo que dominou a década.
domingo, 27 de novembro de 2011
Cropped pants
Depois da febre do cropped top, chegou a vez de falarmos das cropped pants. Na terra da Rainha, cropped corresponde ao verbo “aparar", "encurtar”, melhor opção para quem precisa trabalhar de calças no calor da estação mais quente do ano. Seu estilo, que deixa os tornozelos à mostra, dá a aparência de um look mais fresco. Para ser cropped, o modelo precisa ter uma das duas seguintes características: ser uma calça mais curta (que lembra um pouco as antigas capri que você já usou que eu sei – o seu passado lhe condena) ou ter a barra dobrada, como já mostramos aqui no blog.
[caption id="attachment_2168" align="aligncenter" width="455" caption="Abaete, Verrier e Lacoste"]
Elas podem aparecer aparecer de diversos modelos, cores e estampas. Os tecidos vão desde os modelos de alfaiataria, mais leves como cetim e, até mesmo, os mais descolados, com rasgos, detalhes e aplicações.
Dicas
O modelo combina com todos os estilos e biotipos, mas é preciso tomar alguns cuidados para que não haja erros. O corte reto disfarça quadris e coxas grossas. Olhos atentos ao cós: logo abaixo da linha do umbigo ele não amplia o bumbum. Utilizada com sapatilhas de bico fino alongam a silhueta.
Para os pés, escolha modelos mais baixos como Oxford, sapatilhas e rasteiras. Para combinar com salto, invista nos clogs, ankle boots, espadrilles e sandálias pesadas.
Curiosidades
Nas décadas de 50 e 60, Brigitte Bardot e Audrey Hepburn já usavam suas cropped pants. Isso só prova, mais uma vez, que a moda vai e volta, sempre reformulada, repaginada e reinventada, mas volta! Por isso sempre digo: “Mãe, não joga isso fora, vai voltar um dia”. Ahh, se ela tivesse guardado suas cropped pants...
Quem usa
[caption id="attachment_2170" align="aligncenter" width="482" caption="Victoria Beckham"]
[caption id="attachment_2171" align="aligncenter" width="498" caption="Michelle Williams, Jessica Alba, Sarah Jessica Parker e Reese Witherspoon"]
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Roman Holiday
Segundo Edith, Audrey Hepburn – hoje uma das maiores atrizes que o mundo já viu, além de mulher mais bonita de todos os tempos, tinha “pescoço comprido, seios minúsculos, quadris estreitos e pés gigantescos”. Essa opinião sobre Audrey não afetou a atriz de modo algum, contudo, a figurinista fez de tudo para esconder os “defeitos” de Audrey.
Para os “pés gigantescos” sapatos fechados e sandálias de amarrar. Já os “quadris estreitos e os seios minúsculos” eram escondidos com saias em evasê acentuado e blusas mais larguinhas. O pescoço comprido era escondido a partir de vários lenços e echarpes.
O figurino em si é constituído somente de três peças, dois vestidos de festa da princesa Ann e um conjunto de saia evasê e camisa, figurino em que a princesa foge do palácio.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sabrina
Com figurino assinado por Edith Head, o filme ganhou o Oscar de Melhor Figurino em 1955 contando com os maravilhosos vestidos que Audrey usou no longa, todos da Givenchy e feito sob medida para a atriz. Apesar do figurino ser feito por Edith e Givenchy, a designer não deu crédito algum para o estilista, mesmo tendo ganhado o Oscar a partir do figurino de Audrey feito unicamente por Givenchy.
O figurino mostra a mudança da personagem, da inocente mocinha apaixonada por David para a mulher atraente e sofisticada. O guarda-roupa do começo do filme é simples e fechados, refletindo a personalidade da personagem. Já na segunda parte do filme, as roupas de Sabrina ganham mais personalidade com vestidos em comprimento midi, shorts cintura alta e vestidos tomara-que-caia.
Outro aspecto que marca a mudança e o amadurecimento da personagem é o cabelo. No inicio do filme, Sabrina mantém cabelo comprido e com franja, sempre amarrado em rabo de cavalo ou coque. Contudo, ao regressar de Paris, ela volta com o cabelo “Joãozinho” supercurto, uma das marcas registradas da atriz.
sábado, 10 de setembro de 2011
LBD
Mesmo sendo uma peça coringa, praticamente óbvia, o little black dress ainda causa frisson na mente feminina: mas que modelo eu compro? Qual o tecido? O corte? Tem que ser liso? Ó, minhas caras, isso depende muito do seu estilo e do seu corpo. De nada adiantaria, por exemplo, eu, que não sou uma moça muito menininha, comprar um vestido preto de babados. Tampouco poderia eu, uma senhorita de quadris largos, adquirir uma peça com corte no quadril. O post de hoje é uma seleção de vestidos pretos, inspirado em outro look do livro La Parisienne, do qual falei no primeiro post dessa seção.
Corpo mignon:
[caption id="attachment_1179" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Renner: R$ 99,90"]
Você menina magrinha, com pouca definição de curvas, pode abusar das texturas para fazer volume no corpo. O vestido justinho drapeado é uma ótima opção, já que aumenta as curvas naturais do corpo. Se você for baixinha, o comprimento mini também ajuda. Caso tenha pernas curtas, pode ser interessante usar um cinto fino marcando a cintura: alonga as pernas e dá a ilusão de corpo violão.
Gordinhas:
[caption id="attachment_1178" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Marisa: R$ 79,99"]
Meninas mais cheinhas, ironicamente, costumam ter o mesmo problema das mignons: a falta de definição de curvas. Para tanto, um vestido mais soltinho com fita marcando a cintura é uma boa ideia, já que cria uma definição maior da silhueta. Engana-se quem pensa que só porque a menina é gordinha tem de se render ao corte império. A cintura marcada está liberada, desde que a fita não seja muito apertada.
Muito peito:
[caption id="attachment_1180" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Marisa: R$ 79,99"]
Alor, você que tem muito peito. A ideia aqui é atrair o olhar para outro ponto do corpo. Sim, o tomara que caia pode destacar os seios grandes, mas nada que o tamanho certo do vestido e um bom sutiã não resolvam. Esta peça tem detalhes – leia-se: rendas e camadas – na parte de baixo. Isso atrai a atenção para os quadris, desviando-a da sua “comissão de frente”. Agora, se você tiver quadris largos também, fuja desse modelo.
Para você, menina com um quê fashionista:
[caption id="attachment_1177" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Renner: R$ 119,90"]
Para usar este vestido há apenas dois requisitos: atitude e pescoço comprido. O corte desta peça vai bem em qualquer corpo, desde que a menina tenha o pescoço longo: a gola marcante pode encurtar. A parte legal deste vestido é justamente a gola trabalhada, que faz o contraponto com o comprimento mini. É o velho jogo: esconde aqui e mostra lá.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Breakfast at Tiffany's
Filme mais popular da diva Audrey Hepburn e um clássico do cinema mundial, Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s - 1961) confirmou o posto de Audrey como ícone de estilo, título que detém até hoje.
Bonequinha de luxo foi o terceiro filme da parceria de Hepburn com Humbert de Givenchy - completam a lista Sabrina (1954) e Funny face (Cinderela em Paris – 1957). Além do figurino impecavelmente assinado por Givenchy, o filme, que completa 50 anos em 2011, também marcou o mundo da moda pelas cenas feitas na joalheria Tiffany’s, adorada por milhares de mulheres no mundo todo.
No papel de moça do interior deslumbrada pela cidade grande e aspirante a mulher de milionário, Audrey, em parceria com Givenchy, imortalizou com o figurino do filme clássicos da moda, como o LBD, óculos wayfarer, vestidos drapeados e sapatilhas, que hoje são peças de presença constante no guarda-roupa feminino.
Eternos Classicos
A funcionalidade de um clássico é ser sempre atual e o figurino de Breakfast at Tiffany's não foge à regra.
Holly Golightly é adepta a looks femininos e sofisticados e nem um pouco minimalistas, como o vestido cor-de-rosa de cintura marcada e saia ampla ou o drapeado usado por ela na festa em seu apartamento. Quando faz a linha casual, a personagem é adepta a dobradinha calça capri + sapatilha sempre acompanhada por acessórios como bolsa de couro ou lenço de seda.

