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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Dragon - Chanel



Chamem a polícia! Não é normal me ver usando esmalte vermelho mas, neste caso, podemos abrir uma exceção, certo? Afinal, é um Chanel. E, no final das contas, depois de tanto tempo sem usar vermelho, até me senti chique com a cor.


O Dragon (475) é um vermelho brilhante com uma textura cremosa muito boa e duas camadas cobrem a unha perfeitamente. Embora hajam controvérsias sobre a durabilidade de esmaltes importados pela ausência de alguns conservantes, a durabilidade do Chanel foi bastante boa. Obviamente, o fato de eu ter usado um bom top coat ajudou muito.


Clássico e imortal, o vermelho 475 da Chanel é lindo e super recomendo!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Alice in Wonderland



Com influências que vão desde a rainha Elizabeth I, da corte de Luis XVI e vão até o século XIX, o filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, ganhador do Oscar 2010 de melhor figurino é um ótimo exemplo de reinvenção de um clássico. No longa, Alice tem 19 anos e não mais 10, como é originalmente no livro de Lewis Caroll, fato que possibilita maiores oscilações no figurino.

Alice



O primeiro vestido usado pela personagem ainda é infantil, lembrando o modelo clássico de vestido retratado pela Alice do filme da Disney de 1951. Já o segundo vestido, assim como o terceiro, é aparentemente feito com pedaços do primeiro, porém é mais solto e mais sexy que o primeiro, mostrando a evolução da personagem, da infância para a vida adulta. O quarto vestido foge do padrão com suas cores: vermelho e preto, as cores da Rainha de Copas.

Rainha de Copas



Com roupas inspiradas nas da famosa rainha Elizabeth I da Inglaterra, a Rainha de Copas tem vestidos que disputam a atenção com a enorme cabeça da monarca. Suas vestimentas são sempre em vermelho e preto.

Rainha Branca



Figurino exuberante e cheio de detalhes, a rainha branca recebeu influências da moda da corte de Luis XVI, com um vestido branco de mangas bufantes feito de tule acompanhado por uma peruca loira platinada.

Chapeleiro



Guarda-roupas datado pela moda do século XIX (época em que Lewis Caroll escreveu seu livro), o Chapeleiro tem em suas vestes influências dandistas, com uma casaca longa, lenço colorido amarrado em laço no pescoço e claro, um chapéu de modelo cartola.

sábado, 10 de setembro de 2011

LBD

O That’s de hoje explora uma peça que, embora bastante popular na moda feminina, raramente aparece da maneira correta no guardarroupa das mulheres. O vestido preto, imortalizado por Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Luxo, é um item essencial e versátil, que vai do dia à noite, de passeios no shopping a casamentos.

Mesmo sendo uma peça coringa, praticamente óbvia, o little black dress ainda causa frisson na mente feminina: mas que modelo eu compro? Qual o tecido? O corte? Tem que ser liso? Ó, minhas caras, isso depende muito do seu estilo e do seu corpo. De nada adiantaria, por exemplo, eu, que não sou uma moça muito menininha, comprar um vestido preto de babados. Tampouco poderia eu, uma senhorita de quadris largos, adquirir uma peça com corte no quadril. O post de hoje é uma seleção de vestidos pretos, inspirado em outro look do livro La Parisienne, do qual falei no primeiro post dessa seção.



Corpo mignon:

[caption id="attachment_1179" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Renner: R$ 99,90"][/caption]

Você menina magrinha, com pouca definição de curvas, pode abusar das texturas para fazer volume no corpo. O vestido justinho drapeado é uma ótima opção, já que aumenta as curvas naturais do corpo. Se você for baixinha, o comprimento mini também ajuda. Caso tenha pernas curtas, pode ser interessante usar um cinto fino marcando a cintura: alonga as pernas e dá a ilusão de corpo violão.


Gordinhas:

[caption id="attachment_1178" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Marisa: R$ 79,99"][/caption]

Meninas mais cheinhas, ironicamente, costumam ter o mesmo problema das mignons: a falta de definição de curvas. Para tanto, um vestido mais soltinho com fita marcando a cintura é uma boa ideia, já que cria uma definição maior da silhueta. Engana-se quem pensa que só porque a menina é gordinha tem de se render ao corte império. A cintura marcada está liberada, desde que a fita não seja muito apertada.


Muito peito:

[caption id="attachment_1180" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Marisa: R$ 79,99"][/caption]

Alor, você que tem muito peito. A ideia aqui é atrair o olhar para outro ponto do corpo. Sim, o tomara que caia pode destacar os seios grandes, mas nada que o tamanho certo do vestido e um bom sutiã não resolvam. Esta peça tem detalhes – leia-se: rendas e camadas – na parte de baixo. Isso atrai a atenção para os quadris, desviando-a da sua “comissão de frente”. Agora, se você tiver quadris largos também, fuja desse modelo.


Para você, menina com um quê fashionista:

[caption id="attachment_1177" align="aligncenter" width="280" caption="Vestido Renner: R$ 119,90"][/caption]

Para usar este vestido há apenas dois requisitos: atitude e pescoço comprido. O corte desta peça vai bem em qualquer corpo, desde que a menina tenha o pescoço longo: a gola marcante pode encurtar. A parte legal deste vestido é justamente a gola trabalhada, que faz o contraponto com o comprimento mini. É o velho jogo: esconde aqui e mostra lá.