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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Sapatilhas



Não sei  vocês, mas eu não vivo sem sapatilhas. Me acostumei desde pequenininha com as próprias sapatilhas de ballet e, como nunca gostei de usar tênis, adotei as flats como favoritas e hoje tenho mais de quinze pares. Teoricamente, tais sapatos foram introduzidos pela princesa Catarina de Médicis na corte francesa, influenciada pelas próprias sapatilhas de ballet, porém, desde a época do antigo Egito que se tem registros de sapatos baixos e fechados usados por faraós.

Até o século XVI, os sapatos não possuiam salto, até que a rainha consorte da França na época, a propria Catarina, pediu para o sapateiro real que colocasse dois centímetros de salto em seus sapatos de casamento, o que causou furor na corte e todas as mulheres fizeram o mesmo, criando assim, a nossa santa sapatilha de cada dia.



A partir daí, as sapatilhas foram um pouco esquecidas, até que na década de 1950 a marca – até então exclusiva de adereços de ballet - Repetto produziu modelos de sapatilha com um pequeno salto, como os usados no século XVI. Na mesma década, a diva Brigitte Bardot – que foi bailarina clássica por 12 anos, pediu para Rose Repetto (dona da marca de ballet) que fizesse uma sapatilha que se pudesse usar o tempo todo.

Então a marca criou a Cedrillon, uma sapatilha desenvolvida exclusivamente para B.B. que as usou em diversas cenas de “E Deus criou a mulher”, filme que transformou Brigitte em musa. As Cedrillon eram vermelhas e de verniz.

Outra diva, Audrey Hepburn, era uma das mais adeptas da sapatilha na década de 60, sempre usando-as em seus filmes e assim, ajudando as flats a se popularizarem ainda mais. Audrey aparece usando-as em diversos filmes, desde Bonequinha de Luxo até Sabrina. Hoje, as flats são essenciais a qualquer mulher, sendo sinonimo de conforto e também de elegância.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Esmaltes


Se tem uma coisa que toda – ou quase toda, mulher gosta, é esmalte. Algumas são tão viciadas nos vidrinhos coloridos que até colecionam, eu mesma tenho mais de 100! Mas desde quando eles são usados? De onde vieram? Quem criou?

Como a maioria dos cosméticos, o esmalte foi, primeiramente, datado no Antigo Egito, por volta de 3500 a.C.. Algo muito semelhante ao esmalte foi usado por mulheres egípcias, à base de tinta de henna preta, era  usado para distinção social, apenas nobres usavam tais tinturas. Logo as unhas com cores ganharam o gosto da realeza egípcia, tendo pessoas Cleópatra como uma de suas admiradoras. Dizem que a Rainha do Nilo adorava, até mesmo, um vermelho-escuro.



Também com objetivo de distinção social, o esmalte era usado na China Antiga, por volta de 3 a.C., em tons vermelhos e metálicos  (feitos com soluções de prata) nas unhas, significavam a ocupação de um lugar privilegiado na hierarquia social.



Até o século XIX o uso dos esmaltes ficou estagnado, tendo as unhas sem nada, apenas em pequeno comprimento. Já no século XX, os esmaltes começaram a se destacar de novo, em 1925, na tentativa da descoberta de novas tinturas de carro, descobriu-se algo parecido com o esmalte, que coloria as unhas apenas por algumas horas. Já em  1932 os irmãos Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.