terça-feira, 24 de abril de 2012
Ed Westwick
segunda-feira, 23 de abril de 2012
The Help

Ambientada na preconceituosa Jackson, Mississípi na década de 60 – auge da segregação racial norte-americana, o filme Histórias Cruzadas conta a história de uma jovem jornalista recém-formada que foge um pouco dos padrões da época – não se interessa por trabalhos domésticos, não tem marido nem pretende ter filhos, e que um dia decide escrever um livro sobre a visão das empregadas domésticas negras, um olhar que não agradava muito a sociedade branca da época.
Estrelado por Emma Stone (Skeeter), Violla Davis (Aibileen) e Octavia Spencer (Mimi) – ganhadora do oscar de melhor atriz coadjuvante nesse ano, o filme foi aclamado pela crítica e ganhou diversos prêmios, inclusive o BAFTA. O filme é baseado em um best seller da da escritora Kathryne Stockett e é dirigido por Tate Taylor.

O figurino é assinado por Sharen Davis, que pretendia transmitir diferentes personalidades por meio das diferentes peças de roupa no figurino. O guarda-roupa do filme é composto de muito lady like, o tradicional estilo da década, com seus vestidos de saias evasê, estampas florais, óculos gatinho, luvas curtas e calça cigarrete.
domingo, 22 de abril de 2012
Alerta de tendência: baseball jacket
Peça "tem-que-ter" da estação, a baseball jacket (aquela usada pelos meninos populares nos filmes de high school norte-americanos) nos remete a um visual que parece ter vindo diretamente dos anos 90. É a chance de dar um toque jovem ao seu look, sem apelar para o visual teenager total.
Nas passarelas, a pioneira em aplicar o estilo foi a estilista francesa Isabel Marant, que apostou na versão toda feminina da baseball jacket em seu desfile de verão lá em 2011. Já a grife nova-iorquina Rag & Bone, criou a sua baseball jacket com uma pegada retrô, acabamento desgastado e mangas vinho no inverno 2012.
[caption id="attachment_3867" align="aligncenter" width="529" caption="Isabel Marant e Rag & Bone"]
Quem já apareceu várias vezes com a peça foi a nova queridinha no mundo da música, Lana Del Rey. No desfile da Mulberry, em fevereiro deste ano, Lana investiu em um modelo cinza com detalhes em vermelho. Para acompanhar, apostou em um jeans bem simples, sapatilhas nude e bolsa branca.
Recentemente, a cantora apareceu em um jogo dos Lakers vestindo a jaqueta acompanhada de jeans, slippers e lenço, usado como faixa na cabeça, no melhor estilo american girl. Desta vez, a peça esportiva tinha punhos, barra, gola de elástico, mangas em outro tom, bolsos laterais e uma letra “A” bordada do lado esquerdo, exatamente como as usadas por atletas de beisebol.
Ela é polêmica, nostálgica e sinônimo de estilo. Escolha a sua baseball jacket e combine com jeans, sapatilha, sneakers, sllipers, oxfords, bolsa maxi, micro, séria ou quadrada. Se jogue na tendência e aproveite!
Inspire-se...
sábado, 21 de abril de 2012
Samuel Cirnansck
[caption id="attachment_3859" align="aligncenter" width="529" caption="Vestido da coleção outono/inverno 2012"]
Hoje, mais de dez anos após seu início, fazendo camisetas para a Doc Dog, Samuel já é reconhecido e conhecedor do mercado. E trabalha por amor: “Se não amasse o que faço, estaria plantando batata”, diz o estilista – ops, desculpe, costureiro – que, caso não tivesse essa profissão, seria engenheiro agrônomo. Acredite, para ele, tem tudo a ver com moda.
Samuel é mesmo essa pessoa um tanto confusa. Mas seu caos é completamente organizado, ele garante. Apesar de fazer vestidos caríssimos, cujos preços concorrem até mesmo com carros, a consciência do costureiro é invejável: “Eu vivo no luxo e faço luxo, não significa que eu não olhe para os lados e veja o que tem de ruim no mundo”. Junto à mente de extrema criatividade – é capaz de criar uma coleção inteira em 20 minutos –, há uma visão política definidíssima e uma oratória que deixaria deputados de queixo caído. “A moda é o desejo mais superficial de uma pessoa, só anda quando todo o resto está legal, quando a pessoa já tem tudo”. É, realmente faz sentido.
Falando em crítica, Samuel sequer as lê, para não se influenciar pelo que é dito. A opinião que realmente importa para ele é da cliente, a pessoa que o procurou por um vestido, não a de alguém que só viu o desfile e pode não ter gostado do que viu. “É muito complicado dar a sua opinião sobre algo quando você não conhece o trabalho que tem por trás.” Cada vestido tem cerca de 60 metros de tecido e, se não tivesse outros costureiros trabalhando junto, levaria até dois meses para ser feito. Pensando nisso, não é surpresa o desejo de Samuel para o futuro: “Espero que lembrem do meu trabalho pelo trabalho”. E que trabalho.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
VOGUE

Ser a melhor em seu ramo nunca é fácil e, quando esse ramo é a moda, fica ainda mais difícil se manter no topo. Porém, há uma “senhora” que pertence a esse mundo há algum tempo, 120 anos para ser mais exata, e continua no topo: a revista VOGUE, que conta com edições em 19 países, sendo o Brasil o único da América do Sul a ter tal publicação. VOGUE, que em francês significa “popular”, ainda hoje é considerada atual e detém o titulo de “biblia da moda”.
Criada em 1892, por Arthur Baldwin Turnure e Harry McVickar, em Nova Iorque, a revista, que era apenas um folhetim de 30 páginas na época, era totalmente direcionada para a vida da alta sociedade novaiorquina do final do século. Sete anos depois, em 1909, a VOGUE foi comprada pela editora do Conde Montrose Nast, fundador da Condé Nast. Em 1912, o folhetim virou revista e ganhou edições quinzenais, com o objetivo de transformar a moda em “objeto de desejo” das mulheres americanas.
Quatro anos depois, foi lançada a primeira edição fora dos Estados Unidos, publicada no Reino Unido, sob o comando de Elspeth Champcommunal. Já em 1920, foi lançada a VOGUE francesa, uma das principais responsáveis pelo sucesso da revista fora do território norte-americano.

Conforme se passavam os anos, a revista se adaptava ao público. Na década de 60, por exemplo, começou a ter um apelo mais jovem, voltado para as revoluções sexuais e para moda contemporânea da época. Já nos anos 70, a revista passou a apostar em editorias mais extensos e elaborados, adotando um estilo diferente para atender às mudanças de seu público alvo. Em 1975, o grupo Carta Editorial lançou a revista VOGUE Brasil, sob o comando de Luiz Carta, que permaneceu até 1986. Em 2010, a revista foi vendida para a editora Condé Nast, da Rede Globo.
Já no final da década de 80, a revista ganhou status mundial de “bíblia da moda”, a partir da ascensão de Anna Wintour, que mudou radicalmente a publicação, além de lançar várias outras revistas "afiliadas", como a Teen Vogue, a Men’s Vogue e a Vogue RG.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
Missão Azul
Já é sabido por vocês que eu tenho taquicardias por esmalte azul, né? Então, o escolhido da vez foi o Missão Azul, da coleção Fórmula Secreta Nutri Verniz da Colorama. Dia desses mostrei o Fagulha, dessa mesma coleção, aqui no blog.
Para o efeito abaixo, apliquei duas camadas do Missão Azul sem top coat. Claro que, depois da foto, apliquei uma camadinha para preservar o esmalte, mas se fosse só pelo brilho, nem precisava. Como se não fosse gracinha o suficiente, ele tem umas partículas de brilho quase imperceptíveis, que servem para dar profundidade ao esmalte aplicado.
Apostem nessa cor, meninas! O azul vai bombar no inverno.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Falando de moda
O mercado
Como ser um bom jornalista de moda
Adriana e Patrícia Parenza, uma das curadoras do evento, deram dicas para quem quer ser um bom jornalista de moda, e ambas concordam que a chave para a qualidade é informação.
“A informação é a matéria preciosa do jornalista, e não é só entrar num site ou ver um desfile”, sublinha Adriana. “Para você ser um bom jornalista de moda, você deve ter curiosidade pelo que é novo, por tudo que está acontecendo no mundo e que não tem necessariamente a ver com a moda.”
Patrícia diz que é necessário ler “absolutamente tudo” de moda, arte, música, cinema, todas as expressões artísticas: “A moda bebe em todas essas fontes. Então, se a pessoa não sabe a história da arte, do cinema, da música, ela não pode escrever sobre moda, porque ela não vai ter referência, ou e
mbasamento histórico e técnico para falar sobre algo”. Para a curadora, fazer faculdade de jornalismo também é fundamental, mas é interessante complementar a formação com um curso de moda.
A jornalista ressalta que muitas pessoas pensam que escrever sobre moda é fácil, basta saber que a calça é mais curta, é mais justa, a saia é longa, ou curta, ou ampla ou ajustada, quando, na verdade, tudo é muito mais amplo: “Tem que ir mais a fundo, pois a moda expressa o espírito do momento, o que é esse espírito, da onde ele vem”, pontua. “Apenas se estivermos completamente conectados com a arte é que vamos conseguir entender a moda.”
Moinhos Preview
O último dia de Moinhos Preview, 19, traz Samuel Cirnansck, que falará sobre identidade, estilo versus tendências e alta-costura no Brasill. O estilista também comentará seu desfile de inverno na SPFW, mostrando looks ao vivo.
Todos os bate-papos – com exceção da abertura – ocorrem no 3º andar do Moinhos Shopping (Rua Olavo Barreto Viana, 36, Moinhos de Vento, Porto Alegre), e a entrada é franca.
P.S.: Só para compartilhar meu momento de tiete com As Patrícias e o André Passos. Encontrei elas no corredor do shopping, depois do evento, e ele quando estava saindo.
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